África
 Safári chic Por Celso Arnaldo Araujo
Um safári na África. Você já viu algum no cinema - sobretudo no tempo em que o homem branco se divertia caçando feras impiedosamente. Hoje, na vida real, num mundo onde o respeito à diversidade é um item obrigatório para a condição humana, os safáris são esplendorosas viagens de observação e reverência à natureza selvagem. E as mordomias reservadas aos turistas não são nada selvagens. Um roteiro que inclui o melhor de Quênia, Zimbabwe, Zâmbia e Botswana atrai cada vez mais brasileiros à África negra e beautiful
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Primeiro, um aviso climatológico. Os safáris podem ser feitos em qualquer época do ano, dependendo do estilo e do interesse do visitante. Entre novembro e março, é verão na África e chove muito. Mas é a época em que a natureza está mais exuberante. A África, evidentemente, é sempre quente, mas pessoas que não suportam a canícula devem evitar particularmente os meses de outubro e novembro, quando as temperaturas podem chegar a 52 graus. Já de maio a outubro é período de seca - a vantagem dessa época é que dá para avistar melhor os animais maiores, os chamados Big 5 da fauna africana: búfalo, rinoceronte, leopardo, leão e elefante.
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| UMA AVENTURA NA ÁFRICA Nas savanas do Quênia e Botswana, um mundo de emoções sekvagens - dos safáris fotográficos aos passeios de balão. Tudo com mordomia |
O segundo aviso é um alerta: bicho acorda cedo e se recolhe cedo. E, depois das 2 da tarde, o sol de Ipanema parece uma noite sueca perto do auge do calor africano - até os animais se entocam. Os hotéis, os lodges e até as cabanas de luxo para turistas, no meio da selva, permitem um sono fresco e reparador, mas é preciso madrugar se seu negócio é mesmo um safári. Prepare-se: às 5h30 da manhã, você será acordado ao som de tambores.
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